Artrose no Joelho: Sintomas e Tratamento

Entenda os sintomas, o diagnóstico e o tratamento da artrose no joelho. Veja como a fisioterapia reduz a dor, recupera a mobilidade e melhora sua caminhada.

FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA

Dr Bruno V. Queiroz

8/28/202612 min read

Fisioterapeuta avaliando paciente com artrose no joelho
Fisioterapeuta avaliando paciente com artrose no joelho

A artrose no joelho, também chamada de osteoartrite do joelho ou gonartrose, é uma condição muito comum e uma das principais causas de dor e limitação de movimento em adultos e idosos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o joelho é a articulação mais frequentemente afetada pela osteoartrite, com aproximadamente 365 milhões de pessoas acometidas no mundo.

Apesar de muitas vezes ser descrita apenas como um “desgaste da cartilagem”, a artrose é mais complexa. Ela envolve toda a articulação: cartilagem, osso, membrana sinovial, ligamentos, músculos e outros tecidos ao redor do joelho. Por isso, duas pessoas com alterações semelhantes em uma radiografia podem apresentar níveis muito diferentes de dor e dificuldade funcional.

A boa notícia é que existem formas seguras e eficazes de controlar os sintomas, preservar a independência e melhorar a qualidade de vida. Exercício terapêutico, educação, controle do peso quando necessário e acompanhamento profissional estão entre as medidas centrais recomendadas pelas principais diretrizes clínicas.

Este artigo tem caráter educativo e não substitui avaliação individual. Medicamentos, infiltrações e cirurgia devem ser avaliados por profissionais habilitados.

O que é artrose no joelho?

A artrose é uma doença crônica da articulação. Com o tempo, podem ocorrer alterações na cartilagem que recobre as extremidades dos ossos, no osso logo abaixo dela e nos demais tecidos que ajudam o joelho a se movimentar.

Essas mudanças podem provocar dor, rigidez, perda de força e redução da mobilidade. Entretanto, artrose não significa necessariamente que o joelho esteja “sem solução” ou que a pessoa vá precisar de cirurgia. Muitas pessoas conseguem controlar bem os sintomas durante anos com tratamento conservador e mudanças graduais na rotina.

Também é importante desfazer um mito: a artrose não é uma consequência inevitável do envelhecimento. A idade aumenta o risco, mas outros fatores participam do desenvolvimento e da intensidade dos sintomas.

Quais são os principais fatores de risco?

Alguns fatores aumentam a possibilidade de desenvolver artrose no joelho:

  • idade mais avançada;

  • excesso de peso ou obesidade;

  • lesões anteriores, como fraturas e rupturas ligamentares;

  • cirurgias prévias no joelho;

  • atividades profissionais ou esportivas com sobrecarga repetitiva;

  • fraqueza muscular e baixa capacidade física;

  • alterações no alinhamento dos membros inferiores;

  • histórico familiar e fatores genéticos;

  • outras doenças articulares, como artrite reumatoide ou gota.

Ter um ou mais desses fatores não significa que a pessoa obrigatoriamente terá sintomas importantes. O quadro deve ser avaliado considerando dor, movimento, força, rotina, sono, doenças associadas e objetivos pessoais.

Quais são os sintomas da artrose no joelho?

Os sintomas podem surgir lentamente e variar ao longo do tempo. Os mais frequentes são:

  • dor ao caminhar, subir ou descer escadas;

  • desconforto para levantar de cadeiras ou do sofá;

  • rigidez após ficar muito tempo sentado ou ao acordar;

  • estalos ou sensação de atrito durante o movimento;

  • inchaço ao redor da articulação;

  • diminuição da amplitude para dobrar ou estender o joelho;

  • fraqueza na coxa;

  • insegurança ou sensação de que o joelho vai falhar;

  • redução da velocidade da caminhada;

  • dor em repouso ou à noite nos casos mais avançados.

A rigidez matinal típica da osteoartrite costuma ser breve. De acordo com o NICE, em pessoas com 45 anos ou mais, dor relacionada à atividade e rigidez matinal ausente ou com duração de até 30 minutos podem compor um quadro clínico típico.

Quando a dor no joelho precisa de avaliação rápida?

Nem toda dor no joelho é artrose. Procure avaliação médica com maior urgência diante de sinais como:

  • joelho muito quente, vermelho e inchado, especialmente com febre;

  • dor súbita e intensa após queda ou trauma;

  • incapacidade repentina de apoiar o peso na perna;

  • deformidade após uma lesão;

  • travamento verdadeiro do joelho;

  • inchaço importante na panturrilha, falta de ar ou dor no peito;

  • perda rápida e inexplicada da mobilidade.

Esses sinais podem indicar infecção, fratura, trombose ou outras condições que exigem investigação específica.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico costuma começar com a história clínica e o exame físico. O profissional avalia quando a dor aparece, quais atividades ficaram difíceis, presença de inchaço, força muscular, amplitude de movimento, equilíbrio, marcha e impacto na vida diária.

Em quadros típicos, nem sempre é necessário realizar exames de imagem logo no início. O NICE recomenda que a osteoartrite possa ser diagnosticada clinicamente em adultos com características compatíveis e que radiografias ou outros exames sejam reservados para situações atípicas ou quando há suspeita de outro problema.

Quando solicitado, o raio-X pode mostrar redução do espaço articular, formação de osteófitos, alterações no osso e desalinhamentos. A ressonância magnética geralmente não é o primeiro exame para um quadro típico de artrose.

O mais importante é que o tratamento não seja decidido apenas pela imagem. A intensidade da dor, a função e as necessidades da pessoa devem orientar o plano terapêutico.

Artrose no joelho tem cura?

Atualmente, não existe um tratamento capaz de restaurar completamente uma articulação com osteoartrite. Entretanto, isso não significa ausência de tratamento.

É possível reduzir a dor, melhorar força e mobilidade, aumentar a segurança para caminhar, recuperar atividades importantes e, em muitos casos, adiar ou evitar procedimentos mais invasivos. O objetivo é controlar os sintomas e manter a melhor função possível.

Qual é o tratamento da artrose no joelho?

O tratamento deve ser individualizado. As principais diretrizes recomendam que informação, exercício terapêutico e controle do peso, quando aplicável, formem a base do cuidado.

1. Educação e manutenção do movimento

Entender a condição reduz medo e ajuda a pessoa a participar ativamente do tratamento. Evitar completamente o movimento costuma aumentar a fraqueza, a rigidez e a dificuldade para realizar tarefas.

O exercício deve ser adaptado à capacidade atual. É possível que exista um pequeno aumento de desconforto no começo, mas a progressão adequada e a regularidade tendem a melhorar dor, função e qualidade de vida ao longo do tempo.

2. Exercício terapêutico e fisioterapia

Exercícios de força, mobilidade e condicionamento aeróbico são recomendados para pessoas com artrose. O programa não precisa ser igual para todos: ele deve considerar idade, intensidade dos sintomas, equilíbrio, doenças associadas e atividades que a pessoa deseja recuperar.

Sessões supervisionadas podem ser especialmente úteis quando há muita dor, insegurança, quedas, fraqueza acentuada ou dificuldade para realizar os exercícios corretamente.

3. Controle do peso, quando necessário

O excesso de peso aumenta a carga mecânica sobre o joelho e também está relacionado a processos metabólicos e inflamatórios.

Para pessoas com sobrepeso ou obesidade, qualquer redução de peso pode trazer benefício. A diretriz do NICE explica que uma redução de 10% do peso corporal tende a produzir benefícios maiores do que 5%, embora metas menores também possam melhorar dor e função. O acompanhamento nutricional pode facilitar uma mudança segura e sustentável.

4. Bengalas, órteses e adaptações

Bengalas, andadores ou joelheiras podem ajudar pessoas selecionadas, mas precisam ser corretamente indicados e ajustados. Uma bengala na altura inadequada ou utilizada do lado errado pode não oferecer o suporte esperado.

Também podem ser necessárias adaptações em casa, como corrimãos, assentos mais altos, melhor iluminação e retirada de obstáculos que aumentem o risco de queda.

5. Medicamentos

Medicamentos podem fazer parte do tratamento, mas não substituem exercício e reabilitação. Anti-inflamatórios tópicos são frequentemente considerados para artrose do joelho. Anti-inflamatórios por via oral exigem avaliação dos riscos gastrointestinais, renais, hepáticos e cardiovasculares, especialmente em idosos ou pessoas que utilizam outros medicamentos.

Paracetamol, opioides, glucosamina e outros produtos não devem ser iniciados por conta própria. As recomendações variam conforme o medicamento e as condições clínicas de cada pessoa. A decisão deve ser tomada com médico ou profissional habilitado.

Colágeno tipo II pode prevenir a artrose?

O colágeno tipo II não desnaturado (UC-II) tem sido estudado como suplemento auxiliar no tratamento da osteoartrose, principalmente do joelho. Estudos recentes demonstram resultados promissores na redução da dor e melhora da função em pessoas que já apresentam osteoartrose. Uma meta-análise publicada em 2024, envolvendo 35 ensaios clínicos randomizados e mais de 3.000 pacientes, encontrou benefícios dos derivados de colágeno sobre a dor e a função em pacientes com artrose (LIANG et al., 2024). Outra meta-análise encontrou melhora significativa da dor e da função em pacientes com osteoartrose de joelho que receberam suplementação à base de colágeno (SIMENTAL-MENDÍA et al., 2025).

Entretanto, é importante destacar que melhorar os sintomas da artrose não significa prevenir a doença. Até o momento, não existem evidências científicas fortes demonstrando que o uso de colágeno tipo II em pessoas saudáveis seja capaz de impedir o aparecimento da artrose ou evitar de forma comprovada o desgaste da cartilagem ao longo dos anos. Os estudos específicos sobre UC-II são promissores, mas ainda apresentam número limitado de participantes e períodos relativamente curtos de acompanhamento, sendo necessários estudos maiores e de longa duração (GUPTA; MAFFULLI, 2025).

Dessa forma, o colágeno tipo II pode ser considerado um recurso complementar para alguns pacientes com osteoartrose, mas não deve ser apresentado como uma forma comprovada de prevenção. Para reduzir o risco de problemas articulares, estratégias como atividade física regular, fortalecimento muscular, controle do peso corporal e prevenção de lesões continuam sendo fundamentais.

6. Infiltrações

Infiltrações com corticosteroides podem proporcionar alívio de curto prazo em situações selecionadas, principalmente quando outras medidas não foram suficientes ou para facilitar a participação no exercício. O NICE informa que o benefício costuma durar aproximadamente de 2 a 10 semanas.

As recomendações sobre ácido hialurônico não são iguais em todas as diretrizes. O NICE não recomenda sua utilização rotineira. Por isso, possíveis benefícios, custos e limitações devem ser discutidos individualmente com o médico.

7. Cirurgia

A prótese de joelho pode ser considerada quando a dor e a limitação comprometem significativamente a qualidade de vida e o tratamento conservador bem conduzido não oferece controle suficiente.

A decisão não depende somente do grau mostrado no raio-X. Ela envolve sintomas, função, condições gerais de saúde, expectativas e riscos do procedimento. Mesmo quando a cirurgia é indicada, a fisioterapia participa da preparação e da recuperação pós-operatória.

Como a fisioterapia ajuda na artrose do joelho?

A fisioterapia busca melhorar aquilo que realmente interfere na vida da pessoa. O atendimento pode incluir:

  • avaliação da dor, força, movimento, equilíbrio e marcha;

  • fortalecimento do quadríceps, glúteos, panturrilhas e outros grupos musculares;

  • exercícios para recuperar ou preservar a mobilidade do joelho;

  • treinamento para levantar, sentar, caminhar e usar escadas;

  • condicionamento aeróbico com atividades de baixo impacto;

  • estratégias para controlar crises de dor;

  • treino de equilíbrio e prevenção de quedas;

  • orientação sobre bengala, andador ou joelheira, quando indicados;

  • adaptação das tarefas domésticas e da rotina;

  • educação do paciente e da família;

  • acompanhamento da evolução e ajuste gradual das cargas.

Técnicas manuais e recursos para alívio da dor podem ser utilizados como complemento. Porém, de acordo com o NICE, a terapia manual não deve ser o único tratamento: ela deve estar associada ao exercício terapêutico.

Quais exercícios costumam fazer parte do tratamento?

O programa pode incluir diferentes categorias:

Fortalecimento

Exercícios para coxa e quadril ajudam a distribuir melhor as cargas e aumentam a segurança durante atividades como caminhar e subir degraus. Sentar e levantar de uma cadeira, estender o joelho de forma controlada e realizar exercícios com faixas elásticas são alguns exemplos possíveis.

Mobilidade

Movimentos graduais para dobrar e estender o joelho podem ajudar a reduzir rigidez e preservar a amplitude necessária para atividades cotidianas.

Atividade aeróbica

Caminhada adaptada, bicicleta ergométrica e exercícios aquáticos podem melhorar condicionamento, saúde cardiovascular e tolerância às atividades.

Equilíbrio e treino funcional

Treinos de equilíbrio, mudança de direção, transferência de peso e marcha podem ser necessários quando existe insegurança ou histórico de quedas.

Não existe um exercício único que sirva para todos. A escolha, a intensidade e o número de repetições precisam respeitar a condição clínica. Dor intensa, aumento persistente do inchaço ou piora importante após a atividade indicam necessidade de reavaliar a dose do exercício.

O que fazer durante uma crise de dor?

Uma piora temporária dos sintomas não significa necessariamente que a articulação sofreu um novo dano. Durante uma crise, pode ser útil:

  • reduzir temporariamente a intensidade, sem permanecer completamente parado;

  • dividir atividades longas em etapas menores;

  • alternar períodos de atividade e recuperação;

  • utilizar frio ou calor conforme orientação e preferência individual;

  • manter movimentos leves dentro de uma faixa confortável;

  • revisar o programa com o fisioterapeuta se a piora persistir.

Se houver aumento importante do inchaço, vermelhidão, calor, febre ou incapacidade de apoiar a perna, é necessário buscar avaliação.

Mitos comuns sobre artrose no joelho

“Quem tem artrose não pode fazer exercício”

Falso. Exercício terapêutico é um dos principais tratamentos recomendados. O que deve ser evitado é realizar atividades inadequadas para a capacidade atual ou aumentar a carga rapidamente.

“Quanto pior a radiografia, maior será a dor”

Nem sempre. A imagem e os sintomas podem apresentar pouca correspondência. Algumas pessoas têm alterações radiográficas importantes e pouca dor; outras apresentam muita limitação com alterações discretas.

“Repouso é a melhor forma de proteger o joelho”

O repouso prolongado favorece perda de força e capacidade funcional. Em crises, pode ser necessário reduzir a carga, mas manter algum movimento seguro costuma ser importante.

“Estalos significam que o joelho está se desgastando”

Estalos isolados, sem dor ou inchaço, são comuns e não significam necessariamente progressão da artrose.

“Todo paciente com artrose precisará de prótese”

Não. A cirurgia é reservada para casos selecionados. Muitas pessoas controlam os sintomas com fisioterapia, atividade física, controle do peso e outras medidas conservadoras.

Fisioterapia domiciliar pode ajudar?

O atendimento domiciliar pode ser especialmente útil para pessoas com dificuldade de locomoção, dor intensa, risco de quedas ou limitações para chegar a uma clínica.

Em casa, o fisioterapeuta consegue observar situações reais: altura da cadeira, presença de degraus, disposição dos móveis, banheiro, forma de caminhar e tarefas que mais geram dificuldade. Isso permite transformar exercícios em objetivos funcionais, como voltar a tomar banho com segurança, levantar-se da cama, caminhar até o portão ou subir os degraus da residência.

A família também pode receber orientações para ajudar sem criar dependência excessiva e para tornar o ambiente mais seguro.

Perguntas frequentes

Caminhar piora a artrose?

Em geral, caminhar de maneira progressiva e compatível com a capacidade da pessoa é benéfico. Distância, velocidade, terreno e períodos de descanso podem precisar de ajustes.

Agachamento é proibido?

Não existe proibição universal. A profundidade, a carga e a técnica devem ser adaptadas. Para algumas pessoas, começar com o movimento de sentar e levantar de uma cadeira alta é mais adequado.

Compressa quente ou fria é melhor?

As duas podem ser utilizadas para controle temporário dos sintomas. Frio costuma ser preferido quando há sensação de calor ou inchaço; calor pode ajudar na rigidez. Proteja a pele e evite temperaturas extremas.

Artrose pode causar inchaço?

Sim. A articulação pode apresentar episódios de inflamação e acúmulo de líquido. Inchaço repentino, muito intenso ou acompanhado de febre precisa de avaliação.

A fisioterapia regenera a cartilagem?

Não há evidência de que a fisioterapia reconstrua completamente a cartilagem. Seu benefício está em reduzir sintomas, melhorar força, mobilidade, equilíbrio e capacidade funcional.

Quando procurar um fisioterapeuta?

Quando a dor começa a limitar caminhada, escadas, trabalho, sono ou tarefas domésticas; após episódios de queda; antes e depois de cirurgia; ou quando existe dificuldade para manter uma rotina segura de exercícios.

Conclusão

A artrose no joelho é uma condição crônica, mas existe muito que pode ser feito. Exercícios terapêuticos, fortalecimento, atividade física adaptada, controle do peso e educação são medidas centrais para reduzir a dor e preservar a independência.

Um plano individualizado é mais seguro e eficaz do que seguir exercícios aleatórios. A avaliação permite entender quais movimentos estão limitados, quais músculos precisam ser fortalecidos e quais atividades são prioridade para cada pessoa.

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Revisão técnica: Dr. Bruno V. Queiroz, fisioterapeuta com atuação em fisioterapia ortopédica, neurofuncional e atendimento domiciliar.

Referências

  1. Organização Mundial da Saúde. Osteoarthritis. https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/osteoarthritis

  2. National Institute for Health and Care Excellence (NICE). Osteoarthritis in over 16s: diagnosis and management — NG226. https://www.nice.org.uk/guidance/NG226/chapter/recommendations

  3. American College of Rheumatology/Arthritis Foundation. Guideline for the Management of Osteoarthritis of the Hand, Hip, and Knee. https://rheumatology.org/osteoarthritis-guideline

  4. American Academy of Orthopaedic Surgeons. Management of Osteoarthritis of the Knee — Clinical Practice Guideline. https://www.aaos.org/quality/quality-programs/osteoarthritis-of-the-knee/

  5. Ministério da Saúde/Conitec. Diretriz Brasileira para o Tratamento Não Cirúrgico da Osteoartrite de Joelho. https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/consultas/relatorios/2017/recomendacao/relatorio_pcdt_osteoartrite_de_joelho_cp_66_2017.pdf

  6. LIANG, C. W. et al. Efficacy and safety of collagen derivatives for osteoarthritis: a trial sequential meta-analysis. Osteoarthritis and Cartilage, v. 32, n. 5, p. 574–584, 2024.

  7. SIMENTAL-MENDÍA, M. et al. Effect of collagen supplementation on knee osteoarthritis: an updated systematic review and meta-analysis of randomised controlled trials. Clinical and Experimental Rheumatology, v. 43, n. 1, p. 126–134, 2025.

  8. GUPTA, A.; MAFFULLI, N. Undenatured type II collagen for knee osteoarthritis. Annals of Medicine, v. 57, n. 1, 2025.

Última revisão: agosto de 2026.

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